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Estudo da Oracle Projeta Impacto Econômico de até US$ 1 Trilhão na América Latina em 13 Anos

A Inteligência Artificial Generativa (GenAI) está prestes a se tornar um dos principais motores de crescimento econômico na América Latina. É o que indica o relatório “A Nova Era da IA: da inovação aos resultados reais”, desenvolvido pela Oracle com dados da Accenture, que projeta um impacto de até US$ 1 trilhão no Produto Interno Bruto (PIB) da região até 2038.


Aceleração no Brasil e Investimento em TI

A adoção da IA já ocorre em ritmo acelerado na América Latina, com destaque para o Brasil. Atualmente, 80% dos bancos nacionais já utilizam soluções de GenAI, o que resultou em ganhos médios de 11,4% em eficiência operacional.

A expectativa é que o investimento na tecnologia cresça rapidamente: até 2027, cerca de 25% do orçamento de TI das maiores empresas da América Latina será destinado à Inteligência Artificial.

Redefinição de Mercados e do Trabalho

Segundo a Oracle, a IA não está apenas otimizando processos internos, mas redefinindo modelos de negócio em setores como saúde, varejo e serviços financeiros.

O impacto também é sentido no mercado de trabalho. O estudo projeta que até 40% das horas de trabalho na região poderão ser transformadas pela automação e pela IA, enfatizando a necessidade de programas de requalificação profissional para a força de trabalho.

A Vice-Presidente do Data & AI Hub da Oracle para a América Latina, Marcelle Paiva, afirma que a região está em um ponto de virada: “Mais do que uma transformação tecnológica, a IA é uma oportunidade de reposicionar empresas e mercados. Ao conectar startups, inovação e grandes empresas, estamos vendo soluções criativas e eficazes que já estão redefinindo setores como saúde e serviços financeiros no Brasil”.

Para garantir um crescimento sustentável, o relatório ressalta a importância de encontrar um equilíbrio entre inovação, cultura corporativa e desenvolvimento humano. A Oracle planeja continuar atuando como intermediária entre startups, hubs de inovação e grandes corporações para fomentar ecossistemas que possam escalar o uso da tecnologia em larga escala.